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saracasticamente

Entretanto num parque de estacionamento algures na cidade do Porto...

Enquanto tentava introduzir o cartão na máquina de pagamento diz o funcionário do parque "meta todo lá dentro, tem de o meter todo lá dentro".

 

 

Mas nada. Nem metendo só a pontinha, nem metendo todo.

Teve de ir lá o senhor auxiliar, e diz "ele está húmido, o que também ajuda". 

"Se húmido não entra, seco então é que não entrava mesmo" - respondo eu.

E ele diz que eu estou a levar a coisa para outros campos...

 

A sério que a culpa é minha?! 

Like a boss!

Não gosto que me enrolem. Facilmente percebo se um tipo que me aborda é ou não comprometido. E se pergunto directamente se é ou não espero uma resposta honesta.

Espero... Mas claro que não a vou ter!

 

Foi o caso de um dos cromos que se meteu comigo. Já vos disse que só atraio merda, não já?!

Desconfiei que o gajo tinha uma relação devido às interacções no Facebook com uma gaja. Quando questionado disse que só andava a dar umas voltas com ela, nada sério. Contudo, os comentários dela e as fotos que ela postava mostravam o contrário. Quando questionado sobre isso a resposta dele foi que é um gajo solteiro, que não tem de dar satisfações a ninguém e por isso não se importa que ela publique tais coisas.

 

Ora a Sara não é parva (e por essa razão vai morrer solteira) e continuou a investigação. Num belo dia ele partilha uma foto que ela também tinha partilhado, minutos antes no perfil dela, e surge a seguinte conversa:

 

20170726_191208.png

Viram ali o comentário da Sara?! 

Tiveram sorte, só o viram porque eu tirei um print! O comentário desapareceu misteriosamente...

Segundo o autor da publicação ele é um tipo discreto e aquele comentário poderia induzir outras coisas.

 

A minha pergunta é: as gajas são mesmo parvas e engolem estas merdas ou fazem-se de parvas só para ter um gajo? 

 

Íman de gays

Sou um verdadeiro íman de gays, sejam homens ou mulheres. 

 

Ainda há dias, um tipo claramente gay me dizia que eu fazia o género de mulher dele.

Minutos depois estava a partilhar este comentário com um amigo que me explicou que o facto de eu ter uma personalidade muito masculina confunde os tipos que ainda não saíram do armário.

 

Ou seja, hetero ou homossexual, eu só atraio malta não resolvida...

Vibradores com receita médica

Tal como vos contei no post anterior, fui mentalmente encaminhada na farmácia para a secção de badalhoquices e ordinarices.

 

Entre preservativos e lubrificantes encontrei anéis vibratórios e vibradores.

A sério? A sério que vendem vibradores na farmácia?

 

Será que o Estado comparticipa caso tenhamos receita médica? Solteirice crónica será considerada doença?

É que estou mesmo a pensar ir ao meu médico de família e explicar que é provável que vá morrer solteira para ver se ele passa uma receita...

Marketing farmacêutico

A C. convence-me a ir à farmácia porque tenho um olho vermelho.

Depois do interrogatório sobre sintomas a farmacêutica conclui que não tenho nada além de cansaço.

Mas como nos tentam vender sempre qualquer coisa na farmácia, mesmo dizendo que eu não tinha nada, sugeriu um lubrificante para dar conforto.

 

Ora quando ela falou em lubrificante eu pensei em tudo menos em gotas oculares...

E não é que ao sair do balcão encontro ao lado esquerdo toda uma secção com lubrificantes de todas as cores, sabores e sensações? Estes meninos da indústria farmacêutica não brincam!

Há muito tempo que não me deparava com uma estratégia de marketing tão boa! 

Amigos que devemos ter por perto

Vou à casa de banho de um espaço público. Tudo normal até ao momento em que tento abrir a porta e ela não abre. Roda para um lado, roda para o outro, repete o processo até que finalmente a porta abre.

 

Chego cá fora e a pessoa que estava à minha espera diz "tive que fechar esta porta porque se ouviam os teus gases aqui".

 

Por gases entenda-se o barulho da fechadura!

 

Ora eu fechada na casa de banho e em vez de me ajudarem ainda fecham a porta para ninguém me ouvir. Há malta que devemos sempre ter por perto numa situação de emergência! 

A vida aos poucos começa a fazer sentido

Quem nunca viu na praia uma velhota, quem diz velhota diz senhora de meia idade, a ir à água e fazer um agachamentozinho por alguns segundos?

 

Sempre que via isto perguntava-me porque raio iam elas mijar ao mar, e passar por todo aquele drama de entrar na água fria, se podiam ir à casa de banho.

 

Foi preciso viver 32 anos e usar fato-de-banho para perceber que é mais fácil urinar em água fria do que tirar um fato-de-banho numa casa de banho pública.