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saracasticamente

Final de ano antecipado

Ontem adormeci com o barulho da chuva a cair. Hoje acordo com frio e vou ao armário buscar o meu poncho sexy do frozen.

Dou aquela espreitadela matinal pelo Facebook e é só publicidade a agendas para 2018.

Deparo-me ainda com uma publicação da rádio Comercial a anunciar a data do seu concerto de Natal.

 

 

Fui buscar a árvore de Natal à garagem, já tenho que fazer esta tarde! 

Tortura infantil

Gosto de torturar crianças! Dá-me um certo prazer infernizar-lhes a vida, confesso.

 

Na véspera de Natal, enquanto fazia sobremesas, decidi testar se a tesoura da cozinha cortava bem. E nada melhor do que o fazer no cabelo da minha prima. Até porque é importante integrar as crianças nos preparativos para as festividades.

Após andar atrás dela de tesoura em punho acabo por lhe cortar um mísero fio de cabelo.

E lá continuei eu na minha vidinha, muito compenetrada a fazer uma árvore de Natal de massa folhada com nutella.

 

Pouco depois ela vem ter comigo:

 

Chiba: A minha mãe disse que não faz mal me teres cortado o cabelo.

Eu: O quê?! Foste fazer queixinhas à tua mãe?!

Chiba: Eu não, não fui fazer queixinhas. Só lhe fui dizer.

 

Ah! Se só foi dizer à mãe está bem. Fazer queixinhas é que eu não lhe admitia... Mas sendo assim, está tudo bem!

Natal é... Acreditar

Acreditar. Acreditar é a palavra que mais me tem marcado nesta quadra natalícia.

Acreditar no amor, nas pessoas, no futuro. Porque por mais obstáculos que a vida nos coloque, por mais difíceis que possam ser alguns momentos, há que ter fé e acreditar que o melhor ainda está por vir.

 

Não importa se acreditam no Pai Natal ou no Menino Jesus. Importa que acreditem em algo, que sonhem, que tenham esperança. E acima de tudo que acreditem em vocês próprios.

 

E é isso que desejo a todos vós neste Natal: que acreditem. 

 

Um Santo e Feliz Natal a todos!

 

 

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Fui feita a reclamar. Ponto.

Estava eu, num puro momento de reflexão, a olhar para a árvore de Natal e as prendas que estão debaixo dela (nenhuma delas para mim esclareça-se) a pensar no quão abençoada sou. Abençoada por poder passar o Natal em casa, quentinha e em família. Abençoada por ter aquilo que infelizmente muita gente não pode ter.

 

Nisto reparo que as etiquetas que identificam o destinatário dos presentes estão a descolar. De imediato o meu pensamento passa para "raios partam as etiquetas que não conseguem ficar sossegadas", interrompendo assim o terno momento de gratidão.

 

Não há nada a fazer... eu até quando me sinto grata reclamo! 

Dúvidas que me assolam

Uma das palavras que rapidamente associo a festa é comida. Festa que é festa inclui comidinha da boa.

 

Daí que eu não consiga perceber porque raio, na mais importante festa do ano, a ementa é peixe cozido.

 

Ah e tal é tradição comer bacalhau. Está bem, seja bacalhau. Ms ele há bacalhau à brás, com natas, à Zé do pipo, espiritual, com broa...

Porque raio há-de ser bacalhau cozido, com batata cozida e legumes cozidos? Porquê?!