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saracasticamente

Íman de crianças

Não foram só os portugueses com problemas de relacionamento interpessoal que perturbaram as minhas mini-férias como já havia falado neste post.

 

Estava eu descansadinha da vida, a apanhar banhos de sol junto à piscina, quando recebemos a visita de um casal amigo que levava a neta de 4/5 anos.

Não importa quantas pessoas estejam num espaço, as crianças vêm direitinhas a mim como um íman. Parece que o facto de eu não apreciar a existência delas as atrai. É exactamente o que acontece com os homens, se eu gostar de um gajo ele foge a sete pés, mas se eu não gostar o tipo não me larga. 

 

Foram precisos poucos segundos para que ela iniciasse o processo de socialização. Poucos minutos depois já me fazia massagens (confesso que até gostei desta parte) e interrogava-me sobre diversos aspectos da minha existência.

Quando a chamaram para ir embora deu-me um beijo e perguntou se podia voltar outro dia para brincar comigo. Disse-lhe que sim uma vez que no dia seguinte já voltava para casa!

Ela saiu, voltou para trás, agarrou-se à minha cintura e deu-me um beijo no umbigo que ficava ao nível da boca dela (felizmente a criança era grandita) e disse-me "és a minha melhor amiga de sempre".

Eu a melhor amiga dela?! Preocupa-me a infância infeliz que esta criança estará a ter...  

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