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saracasticamente

Quando percebes que és um caso perdido

Há quem me considere elitista, o que é totalmente falso. Eu não gosto de pessoas no geral, não revelo qualquer tipo de preferências. 

 

À falta de vontade de interagir com humanos soma-se o facto de ser distraída o que me conduz, por vezes, a situações constrangedoras.

 

Há dias estava a comprar comida num take away e a funcionária tratou-me pelo nome. Desviei o olhar do telemóvel e perguntei como sabia ela o meu nome. E foi aí que fiquei a saber que tínhamos sido da mesma turma no secundário. Eu vi a rapariga quase todos os dias durante três anos e não a reconheci! Pedi desculpa e segui caminho até casa enquanto pensava no quão desligada posso ser.

 

Chego a casa e conto à minha mãe o que tinha acabado de acontecer. 

 

- Sabes quem trabalha no restaurante? A A. que andou comigo na escola. Nem imaginas, eu não a conheci! Ela até achou que eu tinha feito de conta que não a tinha visto! Que vergonha...

 

- Que vergonha porquê? Por a rapariga trabalhar num restaurante? É um emprego digno como qualquer outro.

 

- Não... Vergonha porque eu não a conheci...

 

 

É nestes momentos que eu percebo o quão bem cotada estou por quem me rodeia! 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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