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saracasticamente

O meu ex é o Pai Natal

Depois de no último post ter tecido duras criticas ao Pai Natal eis que um milagre de Natal aconteceu.

 

Na véspera de Natal fui surpreendida por uma mensagem do meu ex a combinar um encontro. Já era de noite (a partir das 5h já é de noite mas é só para tornar a história mais intensa) e eu já estava no local onde ia passar a Consoada. Um obstáculo facilmente contornável pelo GPS e que não o impediu de ir ter comigo e deixar-me um presente. 

 

Este gesto dele fez-me reviver toda a emoção do Natal na infância. A espera pela abertura dos presentes, o agitar das caixas na tentativa de adivinhar o conteúdo e ainda pensamentos de bónus como "Que merda é que ele fez? Ainda namorávamos quando ele a fez? E será que isto tem antraz?"

 

Chegada a meia-noite a única dúvida que se dissipou foi quanto ao conteúdo da caixa... Mesmo sem perceber o que estava a acontecer enviei uma mensagem a agradecer o presente, até porque ele me pediu que eu lhe dissesse se tinha gostado. Não obtive resposta... 

 

Reparem bem: o homem aparece do nada no Natal, deixa um presente e desaparece novamente. A próxima vez que alguém me disser que o Pai Natal não existe eu vou responder "Existe sim, e é o meu ex-namorado!"

Pai Natal - desde sempre a arruinar esta quadra

Não sei quem se lembrou de atribuir a responsabilidade dos presentes de Natal a um gajo. Era previsível que não iria dar bom resultado...

 

A gente bem que fala com ele, diz-lhe o que queremos uma data de vezes mas ele, como homem que é, não ouve nada do que dizemos. Para colmatar esta lacuna o pessoal começou a enviar cartas, mas como é sabido os homens tendem a visualizar e a não responder tudo o que são cartas, emails ou mensagens quando o assunto não é do interesse deles.

Mesmo quando ele se esforça o resultado não é positivo. Não podemos entregar uma lista (de presentes ou de supermercado) a um gajo e esperar que ele traga o que pedimos. Vai daí, uma pessoa pede um vestido Ted Baker e ele traz-nos umas meias da Primark. 

 

Com isto aprendi que não devemos depositar em terceiros os nossos sonhos e esperanças (muito menos a um tipo que só aparece uma vez por ano).

Façam por ser felizes, por amar, façam por sorrir, por perdoar, por serem cada vez melhores. Façam.

 

Desejo a todos que tenham façam um Bom Natal! 

Lista de Presentes de Natal

A propósito do post de ontem pediram-me para partilhar a minha lista de presentes com a falsa promessa que o Pai Natal poderia surpreender-me. Toda a gente sabe que só as meninas bem comportadas é que recebem prendas do Pai Natal... As mal comportadas recebem prendas dos chulos e as trouxas, como eu, não recebem nada.

 

Ainda assim decidi partilhar a minha sucinta listinha:

 

  • Um telemóvel. O meu tem de ser carregado de hora a hora, desliga-se sozinho, às vezes não deixa atender ou desligar as chamadas, já para não falar da lentidão. E eu preciso de um telemóvel optimizado para responder rapidamente que não estou interessada a todas as mensagens que os gajos me enviam. 
  • Uma powerbank. Porque, como já disse, o meu telemóvel precisa de ser carregado de hora a hora.
  • Uma mala de viagem da Disney daquelas de cabine para as viagens low cost.
  • Uma mala de viagem da Disney ligeiramente bastante maior para as viagens em que o tamanho da bagagem não é condicionado pelo nível de pobreza. 
  • Uma viagem para estrear as malas novas. O destino não é relevante, mas um destino quentinho e com praia vinha mesmo a calhar.
  • Uma estadia num hotel com spa. Os gajos mexem-me com os nervos e eu preciso muito de relaxar.
  • Uma massagem, porque como eu já disse os gajos mexem-me muito com os nervos. E antes que alguém se arme em ordinário a massagem é para ser feita por um profissional.
  • Um ano de netflix. Ou isso ou eu vou continuar a ver reality shows e, como toda a gente sabe, já me restam poucos neurónios funcionais.
  • Um gorro. Já que me enfiam tantas vezes o barrete este seria um presente bem temático e ajudaria a proteger os poucos neurónios saudáveis que ainda existem nesta cabecinha.
  • Umas extensões. Porque eu tenho tantas saudades de ter o cabelo comprido como de acordar ao sábado de manhã e ficar a ver desenhos animados no sofá enquanto comia Chocapic.

 

Claro que tudo isto se poderia resumir a uma única coisa: um gajo rico. Mas já pedi isso em anos anteriores e o Pai Natal disse que não podia obrigar ninguém a aturar-me... 

Frustrações de Natal

A uma semana do Natal e com a pressão das últimas compras é este o meu estado de espírito.

 

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Encontrar o presente perfeito para cada pessoa é uma tarefa dificílima. Mas para mim... Oh! Para mim é tão fácil encontrar vários presentes perfeitos...

 

Caso alguém ainda tenha dúvidas eu posso fazer uma lista sucinta, aí de 15 a 20 itens, para que possam escolher o que me oferecer!

Traída pela gula

Sou uma fácil! É muito fácil convencer-me a fazer qualquer coisa desde que haja comida envolvida, especialmente se fores doces.

 

E é triste ver como as pessoas aproveitam esta minha fragilidade...

 

Esta semana ligam-me e, após alguma conversa fiada, dizem-me: "olha, um dia destes combinamos e eu vou a tua casa, levo um bolo de côco e ajudas-me a fazer os guardanapos para o jantar de Natal."

 

Foi um golpe baixo... Bolo de côco? Sem ter de sair de casa?

Não sou forte o suficiente para resistir a isto... E por causa disso, vou ter de dobrar 60 guardanapos de papel em forma de pinheiro que me vou lixar! 

Final de ano antecipado

Ontem adormeci com o barulho da chuva a cair. Hoje acordo com frio e vou ao armário buscar o meu poncho sexy do frozen.

Dou aquela espreitadela matinal pelo Facebook e é só publicidade a agendas para 2018.

Deparo-me ainda com uma publicação da rádio Comercial a anunciar a data do seu concerto de Natal.

 

 

Fui buscar a árvore de Natal à garagem, já tenho que fazer esta tarde! 

Tortura infantil

Gosto de torturar crianças! Dá-me um certo prazer infernizar-lhes a vida, confesso.

 

Na véspera de Natal, enquanto fazia sobremesas, decidi testar se a tesoura da cozinha cortava bem. E nada melhor do que o fazer no cabelo da minha prima. Até porque é importante integrar as crianças nos preparativos para as festividades.

Após andar atrás dela de tesoura em punho acabo por lhe cortar um mísero fio de cabelo.

E lá continuei eu na minha vidinha, muito compenetrada a fazer uma árvore de Natal de massa folhada com nutella.

 

Pouco depois ela vem ter comigo:

 

Chiba: A minha mãe disse que não faz mal me teres cortado o cabelo.

Eu: O quê?! Foste fazer queixinhas à tua mãe?!

Chiba: Eu não, não fui fazer queixinhas. Só lhe fui dizer.

 

Ah! Se só foi dizer à mãe está bem. Fazer queixinhas é que eu não lhe admitia... Mas sendo assim, está tudo bem!